A verdade por trás do Cocrete

Senhores, hoje eu fiz uma besteira. Venho, por meio deste post, compartilhá-la com vocês.

Como uma boa quinta-feira, hoje teve croquete aqui em casa. E eu passo na cozinha, justamente na hora em que ele estava sendo preparado. Parei pra prestar atenção. Essa foi a besteira.

É sério, o processo é um bocado nojento. Pra começar, os ingredientes:

O de hoje (a variação dos ingredientes é um pré-requisito fundamental para um bom croquete de resto) tinha salsicha, bife à milanesa, ovo, batata, carne moída… e aí eu parei de ver.

Isso tudo foi triturado, e formou-se uma pasta nojenta, que parecia já semi-digerida. A própria carne moída eu já acho nojenta por sí só.

Depois a parte tranquila: fazer os bolinhos, botar o ovo e farinha e fritar. Mas esse começo do processo realmente me assustou. Essa imagem da pasta semi-digerida está grudada na minha mente.

Acho que não vou conseguir comer croquete por uns tempos. Como quando eu assisti um documentário que mostrava como se faz linguiça. Assutador.

2 Respostas para “A verdade por trás do Cocrete”

  1. andre Disse:

    Só que pra fazer lingüiça ainda existe uma música de fazer lingüiça… Agora, existe música pra fazer croquete?

    Esse post me deixou verdadeiramente enjoado.

  2. ticous Disse:

    Ahhh música para fazer linguiça… estava ouvindo ela esses dias.
    Um clássico!

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